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Ainda lembro das palavras doces que você dizia
ao pé do meu ouvido...
Lembro do sorriso que você abria
quando me via.
Ainda lembro das risadas
que dávamos juntos.
Das juras que fazíamos...
Ainda lembro do jeito que me olhava,
quando queria...
Ainda lembro dos sonhos 
que tinha com você.
Do amor que eu tinha pra lhe
oferecer...
Ainda Lembro.


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Eu deixo você ir só pra te ver voltando.



Sobre elas...Poucas e loucas... Homens pequenos não suportam a grandeza de mulheres loucas.  Eles não suportam a risada exagerada delas a inteligência para assuntos complexos a visão que elas têm sobre a vida Sobre a felicidade que a liberdade  pode oferecer.  Homens pequenos não suportam os livros  cheios de tesão e amor que elas guardam as músicas com letras enigmáticas as fotos abstratas as roupas metade preto e metade colorida. Homens pequenos não podem competir  com a grandeza de uma mulher louca. Uma mulher que sente dez vezes mais  do que o resto do mundo que chora silenciosamente só pra não parecer fraca que consegue caminhar sozinha mas que aceita a companhia de alguém que a entenda.  Eles não suportam serem amados com tanta força serem desvendados descobertos facilmente decorados e enfeitiçados. Eles não podem ficar porque seria loucura demais competir com o sexto sentido delas com a beleza, com o sorriso inocente com o olhar triste, com a boca que chama  com o corpo que arde…
Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu.




Caio Fernando Abreu
Nos momentos mais doídos da minha jornada até aqui eu nunca encontrei nenhum botão mágico, mas tive fé, tive gesto, e, felizmente, tive quem me amasse sem desistir de mim.  Ana Jácomo
Como faz com toda gente, a vida já aprontou tantas comigo, já me testou emocionalmente de tantas maneiras, já cansou tanto a minha beleza com suas armadilhas medidoras de fé, que, no fim das contas, ou aqui bem no meio delas, ela me trouxe a graça e a liberdade de experimentar viver com um coração que não é de todo valente, mas que é humano. Coração humano é feito para o afeto, quer a gente consiga viver ou não esse chamado. Coração humano é feito as borboletas, imaginado para espalhar pólen de luz, alegria, bondade, amor, de incontáveis jeitos, nesse imenso jardim, com a vantagem preciosa de geralmente viver muito mais tempo do que elas. Coração humano, por essência, é criador de beleza. É rascunho de Deus pra gente passar a limpo. E quanta dor acontece, meu Deus, porque a gente não passa. Que me desculpem os apáticos: não tenho medo de sentir, eu sinto muito.

Ana Jácomo


Bukowski